#4 – Batman – O Homem Que Ri

Olá, pessoas bonitas e interessantes que acessam meu blog!

Desculpem pelo intervalo entre o post anterior e esse, era para esse ter saído anteontem, mas foi uma semana complexa, com provas & trabalhos… Não sou uma herdeira milionária que luta contra o crime, não posso abdicar dessas pequenas preocupações mundanas. 😛
Hoje, continuaremos a tentar compreender melhor o vilão mais complexo da saga do Batman. A obra de hoje é “Batman – O Homem que Ri” (The Man Who Laughs), mas começaremos a entendê-la a partir de seu título.

Provavelmente você conhece Victor Hugo (1802 – 1885), francês autor do clássico Les Misérables. É dele o livro “O homem que ri” (L’homme qui rit, 1869). Leia a sinopse do livro:

Herdeiro de um ducado, Gwynplaine é seqüestrado quando garoto e, por ordem do rei, desfigurado – Deixando-o com o rosto  esculpido num perpétuo sorriso macabro. Vira atração de circo e torna-se um famoso palhaço.

Lembrou alguém?

É interessante perceber a clara inspiração utilizada para a criação de Coringa. Essa obra de Victor Hugo é rara e, caso você queira desembolsá-la, prepare-se para gastar no mínimo R$ 150.
E há o filme de 1928. A capa ao lado é da época (macabra, não?).  Dirigido pelo Paul Leni, o filme fui muito aclamado por contar com o ator Conrad Veidt, consagrado na época.
Se você quiser ver, o filme está disponível no Youtube. Vai aí a primeira parte; depois é só clicar para assistir em sequência.

Agora vamos para a revista do Batman?

Até agora postei grandes clássicos, mas a obra de hoje é uma obra modesta, simples, despretensiosa – mas nesse caso, a simplicidade é que dá o tom especial da obra. Nem mesmo o Homem-Morcego vive só de histórias de tirar o fôlego.
O roteirista Ed Brubaker apresenta um Batman surpreso e um tenente Gordon que ainda consegue se impressionar com a violência de Gotham.  A história narra o primeiro confronto de Batman com um estranho inimigo, que logo se tornaria o mais perigoso. Batman percebe que está quase cruzando a linha da justiça, pois Gotham está em outro nível de violência.

O roteiro é bem escrito e prima por Brubaker evitar fazer referência aos clássicos e ao fantasma da obra de Alan Moore, “A Piada Mortal” – um colosso no que concerne à história do Coringa.

Também acerta ao não criar algum melodrama que associe Batman ao Coringa; não compara a determinação de Wayne com a loucura de Coringa.
O desenhista Doug Mahnke faz um excelente trabalho principalmente nos enquadramentos, sutis, mas fortes, que atribuem densidade à obra. Ele é sombrio, mas sem ser dramático.É uma obra com muita pesquisa e muito significado, então não deixe de conferir.

Vamos ao download?

É só clicar na imagem!  Boa leitura!

Download no MEGA – O Homem Que Ri

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    • Oi, Juniore!

      Eu testei o link aqui e o funcionamento foi perfeito.
      Por favor, clique na capa da HQ. Você será direcionado para o Mediafire, onde encontrará um link para download.
      Ao baixar, ele estará em formato .cbz, que é um formato para ler histórias em quadrinhos no computador.
      Talvez você não tenha nenhum leitor de .cbz em seu computador; portanto, dê uma olhadinha nesse post do meu blog “Como começar: CDisplay“, onde você poderá baixar um excelente leitor de .cbz.

      Se nada der certo, por favor retorne aqui ou me mande um e-mail para que possamos solucionar esse problema! 

      > contato.batmanguide@gmail.com

      Obrigada por acessar o Batman Guide! 😉

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  4. Parabéns pelo excelente conteúdo do blog Jéssica, vc é uma grande fã do “cavaleiro das trevas”. Comecei a acompanhar o homem morcego a pouco tempo,mas já estou fascinado pelo cara. E aqui no seu Blog encontrei um conteúdo de qualidade muito superior a vários outros que estive.
    Parabéns mesmo.
    abraços

  5. >>>>>>> SPOILER <<<<<<<<<

    Olá. Eu criei o interesse no homem morcego e acabei achando o seu blog, e quero agradecer de coração o seu desempenho em tentar nos ajudar. Já li as anteriores e achei todas muito boas mas essa tive de comentar pelo que li aqui na sua introdução e pela hq… Mesmo ele tentando não fazer referências à obra prima que Alan Moore escreveu, ele não conseguiu escapar em pequenas citações, como o "nascimento" do Coringa, o desastre da fábrica e sua transfiguração visual, mostrando ele como o Capuz Vermelho e também o contato com o produto químico. Achei perfeita essa colocação dele, já que a hq foi feita em torno do primeiro encontro entre Batman e Coringa. Agradeço novamente pela sua ajuda, o mundo precisa de mais pessoas como você, ajudando sem olhar a quem.

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