#74 – Batman: A Luva Negra

“E se houver um vilão supremo lá fora, ainda não visto? Uma mente brilhante absoluta, voltada totalmente para matar? E se existisse um inimigo invisível e implacável, que calculasse todas as minhas fraquezas? Que tivesse acesso a aliados, armas e táticas que eu nem pudesse imaginar… Um adversário cujos planos e esquemas fossem tão vastos, tão elaborados que passassem despercebidos… Até que fosse muito tarde. Como eu poderia me preparar para um desafio como esse? Eu teria recursos para lidar com isso? Eu frequentemente me pergunto.”

Olá!
Sejam bem-vindos a mais uma resenha do Batman Guide!
A HQ de hoje é a última antes de dois eventos importantes para a cronologia do Morcego – e do próprio universo DC em si. Com roteiro de Grant Morrison e arte de J. H. Williams III, Tony S. Daniel e Andy Kubert, esse encadernado foi lançado pela Panini em uma edição deluxe em junho de 2012. Espero que vocês gostem da resenha!
Batman: A Luva Negra (Batman: The Black Glove, agosto de 2007 a maio de 2008)

Para a leitura dessa HQ, recomenda-se fortemente que você tenha lido, ou pelo menos conheça em linhas gerais, as seguintes sagas:

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Na verdade, o encadernado de “Luva Negra” traz duas grandes histórias: a primeira com 3 edições (coleta as edições da série mensal de Batman #667-669) e a segunda com quatro edições (Batman #672-#675). Para descrever essa coleção, vou adotar a seguinte metodologia: falar um pouco de cada uma das 7 histórias, e depois tentar passar a importância dessa compilação para esse momento do Morcego.

Vamos para o primeiro arco.
A primeira história se chama “A ilha do Senhor Mayhew”. Somos levados a um lugar misterioso, onde está havendo uma reunião misteriosa com pessoas misteriosas. Mas logo descobrimos: trata-se de uma reunião dos Batmen de Todas as Nações. E quem são esses caras? Os “Batmen of All Nations” são uma equipe de heróis inspiradas no morcego, cada uma espalhada em um país do mundo. Essa ideia surgiu nos anos 50, devido à inspiração que Batman trouxe ao mundo, e se reuniam sob a alcunha de “Clube de Heróis”.
Nessa HQ, temos os seguintes Batmen (e é ótimo que vocês leiam isso antes de ler a HQ, para não ficarem absolutamente perdidos como eu um dia fiquei na primeira leitura):

 O Cavaleiro (Inglaterra), cujo nome verdadeiro é Cyril Sheldrake, e sua sidekick Square (Escudeira).
 Mosqueteiro (França)
Homem-dos-Morcegos e seu sidekick Corvo Vermelho (Estados Unidos), que são descendentes de indígenas.
Wingman ou Alado (Suécia)
Gaúcho (Argentina)
Dark Ranger (Austrália)
O Legionário (Itália)

Batmen

001Entretanto, essa ideia não foi muito para frente. A iniciativa de Grant Morrison de recuperar esse conceito quase esquecido se sai muito bem nessa edição, como falarei mais no fim do texto. Feita essa introdução, vocês poderão contemplar com assombro a perspectiva de vários Batmen reunidos, com roupas inspiradas no traje do Morcego. É engraçado no começo porque todos os “Batmen” (e “Robins”) estão reunidos contando casos de como tem sido esses anos, conversando e brincando com o fato de que o verdadeiro Batman (Bruce Wayne) jamais se dignaria a dar as caras por ali – e eis que surge o Morcego original em pessoa pela porte, imponente, deixando todos estupefatos. Batman continua sendo uma grande inspiração para eles. É hora de descobrir porque todos estão ali reunidos.
002Engana-se quem pensa que o Clube de Heróis está ali reunido para tomar um café e discutir sobre o quão incômodo é usar uma roupa colada e pular de prédios de madrugada. Há um sério caso para se resolver. Eles foram convocados pelo bilionário John Mayhew, mantenedor do Clube de Heróis. De fato, há um vídeo. Gravado por Mayhew.
Mas não é ele. Ele está morto. E alguém está usando sua pele. O plano de fundo é a pintura “The Triumph of Death”, de Pieter Bruegel. Essa pessoa convida os Batmen para desvendarem esse mistério, como uma cortesia de alguém que se intitula Luva Negra. E é melhor eles solucionarem logo… Antes que também acabem mortos.
Destaque para a primeira capa: uma foto do Batman e o Clube de Heróis nos moldes da Era de Prata, que mostra um Batman quase “feliz” e seus representantes ao redor do mundo, com o reflexo do sério e solitário Batman atual refletido em sangue. Pesado.

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004A segunda história, sob o nome de “Agora estamos mortos!”, é uma continuação, mas com um diferencial: essa edição está começa com uma lembrança de alguém, e é ilustrada de acordo com as histórias típicas dos anos 50. Morrison nos ajuda a conhecer aos poucos cada um dos Batmen. Trata-se da memória de Cyril, “O Cavaleiro” da Inglaterra, e da morte de seu pai durante uma reunião do Clube dos Heróis. De fato, eles podem se inspirar em Batman, mas eles são humanos normais que às vezes sentem os nervos à flor da pele. Quem matara o pai de Cyril? 003Flashback feito, voltamos à terrível realidade: Legionário, o representante italiano de Batman, é morto com 23 facadas por alguém a mando do ameaçador homem do vídeo. E o assassino está dentro da Mansão. Pode ser qualquer um deles.
Cena engraçada é quando Wingman desconfia de Batman, dizendo que ele podia ser ao assassino, porque ninguém sabia se quem estava debaixo da máscara realmente era Batman – e Batman se aproxima sorrateiramente por trás e ironiza a guarda baixa de Wingman, dizendo “Se eu não fosse, você já estaria morto.”
005Cyril é pego e envenenado. Por sorte, o Homem-dos-Morcegos tem habilidades médicas e se prepara para salvá-lo. Enquanto isso, o restante dos Batmen prossegue na sua procura pelo assassino à solta na Mansão, e eis que um detalhe amedrontador acontece… Uma armadura se move! Isso é tão típico de livros de mistério, assim como toda a HQ, cheia de pistas para os leitores tentarem desvendar. Quem será o assassino? Ou talvez, como Mosqueteiro propõe, seja… Um grupo diametralmente oposto ao Clube de Heróis? Luva Negra tem um trunfo: sequestrou todos os três sidekicks ali presentes. Você, caro leitor, já descobriu quem está matando e ferindo todos os Batmen?
006A terceira história é “O Cavaleiro das Trevas tem que morrer”. Mais dos Homens-Morcegos são abatidos. Estão sobrando poucos. Agora os Batmen que sobraram precisam ir atrás dos garotos, enquanto tentam não ser mortos por uma ameaça que pode estar ao lado deles. Em um golpe de genialidade, no último minuto Batman consegue desvendar o mistério, e precisa lutar contra ele antes que Corvo Vermelho, Robin e Squire sejam jogados em um lago de piranhas carnívoras famintas ou picados até a morte por vespas assassinas. E bem, tentar fazer isso antes que a Mansão exploda com os explosivos escondidos. Eles conseguirão se salvar?
007O que podemos retirar dessa história é a importância que Batman tem no mundo atual. Batman é quase perfeito. É um ser humano que atingiu um nível de habilidades tão grande que pode ser comparado a um deus. Se não fosse por Batman, o mundo seria ser um caos enorme. O próprio Clube dos Heróis só é um fracasso porque Batman não participa da iniciativa – se participasse, seria quase uma Liga da Justiça de humanos (analogia minha).
Esse arco é bem empolgante, como um livro de mistérios em que ficamos tentando descobrir quem é o culpado. A arte de John van Fleet, como sempre, é excelente. Os grandes quadros são de encher os olhos, e os ângulos que ele capta mostram sempre a importância do personagem naquela cena. As cenas de luta, o sombreamento, as técnicas que remetem à colagem, as referências artísticas, é tudo deslumbrante – não lembro de outra HQ igual a essa.

Legionário

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O segundo arco vai precisar que você relembre os eventos da terceira história da HQ “Batman e Filho”.
Quando postei Batman e Filho optei por apresentar o roteiro de forma mais corrida para não confundir a cabeça de vocês (afinal, o conceito de “Três Fantasmas” daquele arco só será útil agora). Então vamos fazer uma revisão dos acontecimentos do terceiro arco daquela HQ.

[Atenção: esse trecho é uma análise da terceira história da HQ “Batman e Filho”]
Aquela saga, que recebe o nome de “Os Três Fantasmas de Batman”, nos conta que algumas garotas sendo mortas após terem marcado programas com policiais. Batman vai até o lugar onde elas estão desaparecendo, um obscuro prédio abandonado com corpos de prostitutas jogados, e dá de cara com um homem com uma versão alterada do uniforme de Batman – mas não é um homem, é um policial gigante, poderoso, duas vezes o tamanho de Batman, que o golpeia e deixa uma marca gigante de pé nas costas de Batman.
009Na segunda HQ, Morrison sugere que Batman se utiliza de compostos químicos para se manter na ativa. Isso o dá força física, mas como efeito colateral causa alucinações que beiram a esquizofrenia. Depois de apanhar demais do policial-gigante, Batman dorme (finalmente) e sonha com seu filho Damian em frente a três versões grotescas dele, com o seguinte recado: “Pai. O Terceiro fantasma é o pior de todos.” Batman desconfia que se trata de um arquivo que ele possui chamado “Casos Inexplicáveis” – situações em Gotham que envolvem eventos misteriosos como vampiros, fantasmas, discos voadores e viagens no tempo. Batman quer descobrir quem são esses três fantasmas dele mesmo: Um Batman assassino armado, um Batman bestial fortemente drogado, e o terceiro, ainda pior… Um Batman que vendeu sua alma ao demônio em troca da destruição de Gotham. Esses três fantasmas alteram a sanidade mental de Batman.
É Michael Lane, o Terceiro Fantasma, que está presente na elsewords de Batman #666, em um mundo apocalíptico destruído e moralmente questionável. O fim do mundo está batendo à porta de Gotham, devido ao pacto com o demônio realizado por ele. Batman é Damian Wayne, um Batman que mata, em meio a sacrifícios satânicos, heresias e um armaggedom iminente. O Terceiro Fantasma (ou Terceiro Homem) é demoníaco e perigoso.

Voltemos à análise desse segundo arco de “A Luva Negra”.

A primeira edição se chama “Medicina Espacial”. O Terceiro Fantasma (ou Sleeper) está fazendo um ataque à estação de polícia. Ele tem um grande poder de fogo, e a Polícia de Gotham não consegue detê-lo, e Batman chega para tentar impedir o pior (ele escapa quando estava saltando de paraquedas com Jezebel Jet) quando é brutalmente baleado no peito pelo Terceiro Fantasma.

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013Com as alucinações induzidas pelo choque do tiro, ele começa a ter reminiscências de períodos da sua vida.
É disso que trata o segundo volume, “Joe Congela no Inferno”, nos deparamos com as alucinações de Wayne: ele se lembra da perseguição que efetuou a Joe Chill, o assassino de Marta e Thomas Wayne. Essa perseguição traz uma carga psicológica tão pesada a Joe que ele comete suicídio, depois de uma longa temporada de loucura. Batman conversa consigo mesmo o tempo todo, disserta sobre o tiro que levou, tem lembranças psicóticas e cheias de remorso devido aos problemas que já enfrentou e aos erros que já cometeu, a morte de Jason Todd, o período de isolamento em Nanda Parbat (ver: A Ressurreição de Ra’s Al Ghul). Nesse momento de alucinações é impossível distinguir o que é real e o que realmente aconteceu a Wayne.
014Esse arco se chama “Batman Morrerá Ao Amanhecer”. Para entender melhor Batman #674, você precisará ter lido a saga “Robin Morrerá ao Amanhecer” (Batman #156). Para fazer o download, clique aqui.
Basicamente, Batman e Robin foram enclausurados em um planeta alienígena e lá foram perseguidos por essa criatura. Enquanto tentavam fugir, uma pedra cai sobre Robin (Dick Grayson). A culpa atormenta Batman, que como forma de se punir permite ser pego pelo monstro. Ele acredita que Dick morrera. Batman acorda em uma câmara, tendo alucinações, e descobre que ficara 10 dias preso, num experimento sobre a privação sensorial, e não consegue mais distinguir o que é real do que é uma alucinação (justamente como está agora, depois de receber um tiro do Terceiro Fantasma). Falarei mais para o fim do texto sobre esse resgate que Morrison faz das antigas histórias de Batman.
016Voltemos a Batman #674. Batman está fazendo suas reminiscências, e sua narrativa é confusa, seu estado mental é cada vez mais fragmentado. Somos engolfados por uma série de questionamentos, teorias conspiratórias, questionamentos sobre o próprio mito de Batman.
Descobrimos que os Três Fantasmas não são uma alucinação de Batman: eles são resultado de um experimento do Departamento de Polícia de Gotham, que treinaram homens para tomarem o lugar de Batman caso ele morresse. Esse experimento é conduzido pelo Dr.Hurt. Durante o processo de indução a Batman, ele ministra a Batman um composto químico, junto da frase hipnótica “Zur-En-Arrh”.

TheeGhosts

“Nós estudamos a filmagem, modelamos sua linguagem corporal e trejeitos e chegamos a uma conclusão muito simples. Trauma. Trauma súbito é a força motriz por trás do enigma do Batman.”

015Então o Dr. Hurt conduz cada um dos três policiais a traumas, injeções de compostos químicos, privações, violência, mortes na família, etc. Mas esse experimento saiu de controle, e agora os homens se espalham pelo subsolo de Gotham. Gordon exige ser levado para a lá, para encontrarem Batman, que está seriamente ferido.
E Batman está sob o domínio do Terceiro Fantasma, que lança toda a sua amargura a respeito de Batman, e está pronto para esfaqueá-lo. O Morcego, num golpe de genialidade, consegue escapar, mas não por muito tempo… Um inimigo maior está por vir.

019A última história se chama “O Inimigo com Nove Olhos”, e já começa de maneira bombástica. Jezebel Jet está cansada da irresponsabilidade de seu companheiro Bruce Wayne. Ele desmarca os compromissos em cima da hora – quando não falta sem dar nenhuma desculpa, aparece sempre cheio de hematomas e escoriações, não tem responsabilidade com nada. Wayne é misterioso, evasivo, egocêntrico. Ela sente que há algo obscuro por trás dele, um mistério terrível que ele não quer revelar. Bruce finge não se importar, quando o casal é atacado por uma estranha gangue cujos membros tem apenas 9 dedos nas mãos (um dedo é cortado) e em cada dedo uma pintura com um olho. E são sequestrados. E Batman, no momento final antes do arco que vai mudar sua história, mostra porque é a lenda viva a que todos devem temer.

Algumas palavras sobre o significado dos eventos dessa HQ para a cronologia do Morcego.
A paranóia de Batman está alcançando limites inimagináveis. Como vocês podem perceber, o limite entre o que é real e o que é ilusão está tornando-se menos nítido.
Existe algo que eu gostaria que vocês se lembrassem e mantivessem na cabeça: de um painel da página 150 de “Batman e Filho”, de um diálogo entre Batman e Gordon.

“- Olhe para você, todo machucado. Por que teve que escolher um inimigo mais antigo que o tempo e maior que todos nós, Batman?
– Mesmo motivo que o seu, Jim. Eu pensei que podia derrotá-lo. E ainda não desisti.”

017Além disso, Batman se identifica cada vez mais com a figura de Deus, onipotente. Vou traduzir e adaptar o que foi discutido nesse post de um blog só para a análise do Batman de Morrison.
O autor teoriza que o consumo da comida é o nível de necessidades humanas e emoções que a pessoa tem. Quantas vezes você se lembra de ter visto Bruce Wayne comendo nas HQs? E dessa parcela, qual delas estava em HQs do Morrison? Ok, não se preocupe, esse argumento vai melhorar.
Você conhece a passagem bíblica da “Tentação de Cristo”? Cristo passa 40 dias e 40 noites vagando pelo deserto, e é tentado pelo Diabo para que transforme uma pedra em pão e quebre seu jejum.

“E disse-lhe o diabo: Se tu és o Filho de Deus, dize a esta pedra que se transforme em pão. E Jesus lhe respondeu, dizendo: Está escrito que nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra de Deus.” (Lucas 4:3-4)

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Bruce transcende as emoções e as necessidades humanas – assim como Cristo. Ambos negam o Demônio e despendem todos os seus bens e poderes em prol do bem ao próximo. Batman nega o pecado, acredita sempre no próximo, e busca redimir Gotham do pecado e da maldade que a atingiu – assim como Cristo. Batman não mata e também não deixa morrer, sempre oferece atendimento médico mesmo quando a pessoa em questão tentou matá-lo. Até no derradeiro momento ele decide não matar o Terceiro Fantasma – mesmo que este o avise que, poupando sua vida, ele está permitindo também o seu próprio fim.
JezebelTambém vou pedir que você note a linguagem corporal de Jezebel Jet. O copo de vinho que ela toma parece distorcer sua face, e mostrar um lado que talvez nós não conheçamos sobre ela. Talvez ela seja mais do que aparenta.
Grant Morrison é polêmico, e deixou um legado inegável para o Morcego – um legado odiado por muitos e adorado por outros. Para alguns, o Batman de Morrison é a versão final de Batman. Quando se pensava que não era possível piorar, Morrison trouxe o caos para Gotham. O roteirista abusa das analogias, das metáforas, resgata elementos já esquecidos da Era de Prata, personagens enterrados e conceitos inutilizados. Ele parece ter necessidade de demonstrar que conhece a história de Batman, como ele surgiu e como se tornou, em todos os seus detalhes mais metódicos. Seus roteiros são muita vezes inconclusivos e misteriosos, ficam em aberto para o leitor tentar entender, não explicam tudo, requerem uma carga de leitura para entender melhor, transcendem temporalidades.
A arte fica a cargo de alguns dos melhores desenhistas de Batman atualmente: Williams, Daniel e Kubert. É absolutamente necessário prestar o máximo de atenção possível às alterações de quadros para perceber os momentos de flashbacks dos personagens, e tentar descobrir o que é realidade. Porém, nem mesmo isso fica completamente claro, e é um mérito dos desenhistas conseguir expor no papel essa percepção cada vez mais alterada de Wayne.

JohnVanFleetBom, espero que vocês tenham gostado do meu texto. Foi um dos que mais demorei para escrever, preocupada em absorver e transmitir todas as referências possíveis. Mesmo assim, como eu digo sempre aqui, não sou esp’ecialista no assunto e é perfeitamente possível que eu tenha deixado passar alguma referência interessante ou mesmo que tenha cometido algum erro conceitual. Nesse caso, eu ficaria encantada se você deixasse um comentário acrescentando algo que ficou faltando em meu texto, ou relatando algum erro que cometi.
Eu pesquisei bastante e procurei deixar a narrativa o mais clara possível. Realmente, como está escrito lá em cima, Morrison nunca deixa as coisas muito claras, talvez essa seja a graça, mas também complica bastante para falar sobre as HQs, e espero que eu tenha obtido êxito nessa jornada.
E… Estejam preparados para a semana que vem!

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  1. Poxa, Deveriam existir mais sites de Comics desse tipo, q se especializam em um herói e tem todo esse acervo com toda essa analise q só vcs fazem. Parabéns.

  2. Pingback: #75 – Batman: Descanse em Paz | Batman Guide

  3. Somente uma personagem com a dimensão do Batman poderia suscitar algum fã a criar e dar continuidade a um acervo dessa magnitude. Sério, compenetrado, porém, sem pieguice e exageros. Parabéns a tal empreendimento que só faz jus ao Cavaleiro das Trevas. Beijos fraternos de admiração e agradecimento, querida Jessica! Como sempre, ótimo texto.

    • Waldir,
      Você sempre com seus comentários bonitos e lisonjeadores, rs.
      Fico honrada em saber que você enxerga esses elementos no Batman Guide, e fico feliz de estarmos fazendo um trabalho à altura da magnitude do Morcego. Muito obrigada pelo seu comentário, querido.

      Um beijo pra você!

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