Nossas coleções de quadrinhos!

Olá, queridos!
Alguns de vocês já ficaram curiosos em conhecer a nossa coleção de quadrinhos e, em especial, de Batman. E é por isso que estamos aqui!

Vamos mostrar nossas coleções e, em seguida, as fotos enviadas por alguns de nossos leitores. Adoraríamos que você também mandasse sua foto para entrar nesse mural! Nosso e-mail é contato.batmanguide@gmail.com, ou mande também pelo Facebook do Batman Guide! Conforme formos recebendo, vamos atualizando esse post! Todas as participações são bem-vindas! 

ColecaoAutores

» Jéssica

Minha coleção é relativamente recente e, ao contrário do que muitas pessoas pensam, eu não tenho muitas HQs do Batman 😛 Apesar disso, tenho muito orgulho do que consegui comprar e do que ganhei de pessoas queridas. Aí vão as fotos:

Quadrinhos1
Quadrinhos2
Quadrinhos3

Um tesouro!

Um tesouro!

Mangás

Poucos mangás, mas coleções raras 🙂

Quadrinhos4

Novos52

Ainda não completei Batman dos Novos 52!

Batman6

Batman5

Aquela “Batman v The Joker: The Greatest Stories Ever Told” é meu xodó!

» Augusto

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» Rudson Setschuk – Rio Grande do Sul

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#91 – Bruce Wayne: Estrada Para Casa

“Então, minha missão […] é trabalhar duramente comigo mesmo; nunca esquecer que tenho aliados nesta guerra, que preciso deles e dos amigos… E tentar, nem que seja um pouco, aproveitar esses vínculos um pouco mais, porque eles são muito frágeis.”

“De hoje em diante, Batman estará em todo lugar que haja escuridão. Sem lugar para se esconder.”

Oi!
Você se lembra do arco “Batman: Renascido”? Ele foi postado aqui no Batman Guide em 7 partes. Em cada uma delas, vimos a repercussão que o sumiço de Bruce Wayne teve para os aliados de Batman. Como cada um deles se rearranjou, como se adaptaram, as estratégias que se utilizaram para garantir o preenchimento das lacunas que o Morcego original deixou.
Agora Bruce Wayne está de volta. Mas ele não irá se revelar ainda. Ele ainda precisa avaliar até que ponto cada um dos seus aliados está devidamente preparado para o seu aparecimento. Precisa saber como eles se saíram nesse período de ausência. Precisa trilhar sua estrada de volta para casa. E, acima de tudo, precisa descobrir se eles estão preparados para o grande desafio que está por vir.
A HQ de hoje é “Bruce Wayne: Estrada para Casa” (“Bruce Wayne: The Road Home”, dezembro de 2010-janeiro 2011).

Atenção: apesar de serem one-shots lançadas no mesmo mês, recomenda-se a leitura na ordem abaixo para melhor entendimento.

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#1 – Batman & Robin: Olhando de Fora para Dentro
(“Outside Looking In”, roteiro de Fabian Nicieza e arte de Cliff Richards, dezembro de 2010).

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Leitura relacionada:
■ #83 – Batman e Robin (“Batman: Renascido”)

Essa HQ tem Fabian Nicieza no roteiro. Eu já disse aqui o quanto eu gosto do trabalho do cara, então já estava disposta a gostar dessa HQ antes de lê-la. Lembrando que isso não significa que eu vá fazer vista grossa caso o roteiro esteja ruim; não devemos endeusar ninguém a ponto de não aceitar que essa pessoa cometa erros. O que não foi, de todo, o caso dessa história.
O narrador dessa história parece estar observando o trabalho de Dick e Damian enquanto Batman e Robin.
Se você observar pensamento dessa história, irá observar que existem duas tipologias de balões: a primeira, escrita à mão em linhas de caderno; e a segunda, parecendo ter sido digitada em uma fonte de computador, como um relatório de trabalho. Veja:

Narradores

Isso nos indica que há dois narradores nessa história.
O primeiro narrador, do diário escrito à mão, observa algumas coisas sobre a Dupla Dinâmica caçando o misterioso Killshot. A primeira delas é que eles não só correspondem totalmente às expectativas, como também as superam. A segunda observação parece ter um tom reflexivo: nós sabemos que o método de Dick de enfrentar os problemas é com certo bom-humor, fazendo piadas o tempo todo, com um viés meio circense, que está no seu sangue. Assim, a Dupla Dinâmica terá errado em transformar o seu trabalho de Batman e Robin “em uma aventura, ao invés de uma obsessão”? Essa nova metodologia, única, é válida? O “novo” Batman é absurdamente confiante. E além disso, tem um mérito incrível: conseguiu colocar Damian Wayne na linha. Quem faz essas observações deve saber, em primeiro lugar, que Batman não é o mesmo de antigamente (isto é, não é mais Bruce Wayne). Ora, poucas pessoas sabiam disso em Gotham City – a maioria delas, incluindo Jim Gordon, achava que Batman continuava o mesmo, apenas com algumas mudanças comportamentais.

O segundo narrador, das linhas digitadas, também sabe que novo Batman é Dick Grayson. O que ela não entende é como e porque ele se tornou Batman. O que faz dele o novo Morcego. Onde estaria Bruce Wayne? Ela está chantageando a Bat-família em busca de informações. Quando ela descobrir isso, poderá publicar no jornal de Gotham e alcançar o sucesso que tanto almeja.
A segunda narradora é Vicki Vale, a ex-namorada de Bruce Wayne.

Para tentar contornar isso, Bruce Wayne convida-a para jantar. Epa… Não tão cedo. É Thomas Elliot, que foi pego pela bat-família tentando roubar o patrimônio de Bruce, e está sendo forçado por eles a aparecer publicamente como Bruce Wayne desde o arco Últimos Sacramentos. Mas Vicki Vale é ardilosa. Ela já esteve intimamente com ele, e percebeu que não era Bruce Wayne.
Enquanto isso, a Dupla Dinâmica continua procurando Killshot pela cidade, estragando operações ilegais, deslocando o maxilar de criminosos, tentando desmanchar um complô para assassinar o prefeito, um Torneio Internacional de Assassinato, essas coisas comuns para Batman & Robin. Até que vemos Killshot conversando pacificamente com Red Robin. Terá Tim Drake mudado de lado? Quem está se vestindo de Killshot?
Quem é o primeiro narrador, que está observando Batman e Robin de maneira tão precisa? A resposta para essa pergunta é a mesma: Bruce Wayne. As observações que ele faz nas últimas páginas valem a pena a edição toda.

#2 – Red Robin: O Infiltrado
(“The Insider”, roteiro de Fabian Nicieza e arte de Ramon Bachs, dezembro de 2010)

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Leitura relacionada:
■ #81 – Red Robin: O Graal (“Batman: Renascido”)

Recapitulando um pouco a história de Tim Drake, do post #81: Desde o começo ele foi o único que realmente acreditava que Bruce não havia morrido, e sua insistência foi tanta que ele decidiu se separar do resto da Bat-família e se tornar o Red Robin, entrando em missões heróicas pela Europa.
Ao tomar conhecimento disso, Bruce decide analisar o trabalho de Red Robin:

“Agora, eu preciso ver como Tim Drake e seus planos à longo prazo como Red Robin vão funcionar com (ou contra?) minha nova perspectiva operacional. Eu preciso ver se ele tirou o melhor do que lhe ensinei… Ou o pior das coisas que eu fiz errado.”

Ele será analisado enquanto luta com o Concílio das Aranhas – do qual o Augusto já falou em “Red Robin – O Graal”. Drake está trabalhando com Prudência, ex-assassina de Ra’s Al Ghul, quando Killshot – isto é, Bruce Wayne – decide testá-lo: ver como ele se comporta diante do inesperado. E, bem, nas próprias palavras de Wayne, “Sua organização tática e estratégica é brilhante”, porém ele precisa aprender a improvisar. A essa altura eles já estão trabalhando juntos.
Vicki Vale vai atrás de Alfred para mais uma rodada de chantagem e ameaças, e acaba descobrindo a verdade que tanto procura sobre Bruce: que ele esteve morto/perdido no tempo, e que fará seu retorno quando estiver preparado. Ela sabe que precisará pegar mais pesado se quiser algum resultado.
Bruce, enquanto Killshot, está infiltrado no Concílio das Aranhas, fingindo que quer se graduar. Um nível de risco que só alguém como ele pode aguentar. Ele recebe a missão de matar Tim Drake para que se integre verdadeiramente ao Concílio – uma excelente oportunidade para eles se testarem, mutuamente.
Ver as reflexões de um sobre o outro é o ponto alto dessa edição. A relação entre Wayne e Drake sempre foi muito profunda, desde o começo, quando Drake pediu para se tornar Robin, desde quando ele foi adotado e se tornou o Robin mais perito em tecnologia e com as qualidades mais equilibradas entre todos os meninos-prodígio.
Prudência esteve ajudando Red Robin durante todo esse tempo, mas aparentemente ela também é uma agente-dupla. E ela está se reportando a alguém que já tem um histórico de problemas com Batman. Uma dívida que envolve imortalidade.

Uma das coisas que você precisa estar atento nessas edições são as anotações finais de cada volume; são as conclusões finais do Caderno Branco de Bruce. Elas são bem valiosas. Alguns dos comentários feitos sobre Red Robin:

“De cada tragédia que Tim suportou, e houve muitas, ele se ergueu das sombras mais forte, mais brilhante do que ele era antes. […] Sua força está em sua habilidade de balancear a escuridão com a luz e o entendimento de que no final a ordem não pode ganhar sem uma saudável participação dos casos.”

Agora é a vez de Batman passar os olhos por aqueles que praticamente se desfizeram durante sua ausência. Os Renegados.

#3 – Os Renegados: Interferência interna*¹
(“Insider Interference”, roteiro de Mike W. Barr e arte de Javier Saltares, dezembro de 2010)

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Leitura relacionada:
■ #85 – Renegados: O Abismo (“Batman: Renascido”)

Algumas palavras sobre os Renegados. Quando Batman se ausentou da cidade, eles recebem uma missão de Alfred para prosseguir o trabalho do Morcego. Cada um conta com uma habilidade de Bruce. Ainda que tropeçando em alguns pontos, eles prosseguem realizando o que era esperado deles ainda quando eram “Batman e os Renegados”.
O cenário da “inspeção” é na nação sitiada chamada Markovia. Agora contamos com a adesão de Divina (Looker, no original) nos Renegados. A cidade está passando por uma situação de pânico; grupos de mais de três pessoas estão proibidos, para evitar o risco de conspirações. Um atentado ao príncipe está previsto, devidamente descoberto por Katana, que aparentemente adotou o método Bruce Wayne de interrogatório. E, descoberto isso, é hora de evitar que o pior aconteça. Em situações normais seria relativamente fácil de conter isso, mas a conspiração está sendo promovida pelo Concílio das Aranhas, que tem no príncipe Brion o seu principal alvo.
Enquanto isso, Vicki Vale descobriu que foi enganada por Alfred na edição anterior, e vai até Rastejante tentar uma nova abordagem. Tudo por um suposto “instinto profissional”, atingir a verdade.
O próprio principe Brion, ainda que ameaçado de morte, decide combater os tumultos perigosos que estão acontecendo em sua cidade. Como conter um inimigo, ou um grupo de inimigos, infiltrado no meio de uma multidão? Como identificá-lo e puni-lo sem resvalar em cidadãos com os ânimos inflamados, porém ainda inocentes?
É o momento de Bruce observar. Suas palavras não soam muito esperançosas:

“Este é o motivo pelo qual eu vim aqui. Pra ver se os Renegados haviam arruinado todo nosso bom trabalho; pra ver se eles finalmente aprenderam a trabalhar como equipe, mesmo sob provocação.”

Bem… Alguns erros táticos confirmam que talvez os Renegados ainda precisam de alguns aprimoramentos. Mas que nem tudo está perdido.

– Na tradução adotada pela scan e pela Panini quando lançou essa história na Sombra do Batman #17, perde-se o trocadilho feito no título original. “Insider” significa “instruso, infiltrado”, e é o nome original do apelido que Batman recebe nesse arco quando os aliados começam a perceber que ele os está ajudando – “Infiltrado”. Então, “Insider interference” é uma trocadilho em referência à interferência feita pelo personagem de Batman.

Erro original da DcUm pequeno adendo. Você lerá, na última página, a indicação de que a próxima HQ é a da Mulher-Gato. Esse foi um erro da própria DC, conforme você pode ver pela imagem da HQ original. A ordem correta seria a HQ da Batgirl, e é assim que vamos seguir aqui no Batman Guide. 

#4 – Batgirl
(“Batgirl”, roteiro de Bryan Q. Miller e arte de Pere Pérez, dezembro de 2010)

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Leitura relacionada
■ #82 – A Ascensão de Batgirl (“Batman: Renascido”)

O arco “A Ascensão de Batgirl” nos mostrou um panorama da evolução de Stephanie Brown, como Robin, como Salteadora e, depois, recebendo o manto de Batgirl.
Esse arco começa justamente com a lembrança de uma discussão entre Salteadora, Batman e Robin (Tim Drake), muitos anos atrás, a respeito de uma ordem que ela deveria seguir para que o resgate de seu pai obtivesse êxisto. Aliás, há uma citação que faz referência ao roteiro de “Ascensão de Batgirl”: Batman dizendo “Ela era uma variável que eu mal podia controlar”. Ela sempre foi insubordinada e questionou as ordens do Morcego. Ao longo dessa história ela terá alguns flashes da sua história com Batman.
Voltamos para os dias de hoje. Oráculo acionou Batgirl para observar e conter os movimentos de Killshot, o “infiltrado” que anda “ajudando” as operações da Bat-família (o próprio Bruce!). Ela lembra um pouco Dick Grayson no hábito de fazer piadas com o oponente para desconcentrá-lo e enfraquecê-lo. O embate com Killshot não foi o que ela esperava; ela parecia não estar, ainda, à altura do seu oponente. (Ah, a propósito: Batman está usando um traje que pode deixá-lo invisível.)
Bárbara Gordon continua a ser a “mentora” de Stephanie, na condição de Batgirl original. Babs pede que Stephanie se afaste desse caso e deixe que as Aves de Rapina cuidem disso, pelo menos por enquanto. Lembra que eu disse que a garota era insubordinada? Então. Contando com a ajuda de sua amiga Wendy “Proxy” Harris, que tem acesso a um terminal de supercomputadores (tipo uma Oráculo particular!), ela segue a trilha de Killshot através de uma arma que ele roubou da Waynetech.
De maneira bastante inteligente ela consegue seguir o rastro do seu procurado até o prédio em que ele está escondido. E lá, demonstra ter muita coragem – a ponto de dar um soco na cara de Bruce. Garota corajosa. Poucas pessoas já podem dizer que bateram em Bruce sem terem metade dos ossos do corpo deslocados depois. Existem pendências entre ambos. Desde Jogos de Guerra, Bruce não confia totalmente nela. Lembre-se, não foi dele a decisão de Stephanie se tornar Batgirl. Ela talvez não esteja preparada. Ela precisará ter sua coragem testada. Precisará lutar para mostrar a Bruce o seu valor. E que merece o lugar que ocupa atualmente.

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SORTEIO – Anel e Brincos do Batman! [ENCERRADO]

Feliz 2014, caros leitores!
Espero que tenham tido uma passagem de ano agradável!

Para começar o ano bem, eu trouxe esses itens para sortear aqui no blog! Para diferenciar um pouco, dessa vez não são HQs, mas esses acessórios lindos: um anel e um par de brincos do Batman!

SORTEIO ANEL 001

SORTEIO BRINCO 002

Caixinha que eu mesma fiz 🙂

São uma graça, né? Imagino que as leitoras do blog devem estar gostando! (Aliás, meninas, manifestem-se mais, sinto falta de mais presença feminina aqui nos comentários!) Obrigada à minha cunhada Roberta por ceder as mãozinhas e a orelha para eu fotografar 😛
E como vocês devem fazer para ganhar esses itens lindos? Vamos conferir!

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ESPECIAL: Liga da Justiça

Alô você mocinho, você mocinha, alô alô Terezinha, amiga do Chacrinha. Para começar 2014 bem, hoje vamos conhecer melhor uma das coisas mais velhas que temos impresso em papel. A Liga da Justiça da América.
É claro que a ideia desse texto não é lhes dizer todas as dezenas de formações, dezenas de inimigos que enfrentaram e etc. Mas sim apresentar os fatos de forma suficiente pra todos entenderem no que o Batman anda metido.
A Liga, como vocês devem saber, é um grupo de superheróis, na verdade uma união dos protagonistas de quase todos os titulos principais da DC. Pelo menos no início era assim, mais atualmente qualquer palhaço entra, até eu recebi convite em 2011 e recusei porque eu estava meio enrolado no trabalho.
Com esse texto espero dar uma boa clareada em qualquer dúvida quanto ao assunto. Eu vou fazer diversas idas e vindas de informações, indo ao futuro e ao passado várias vezes pra tentar explicar logo tudo sobre cada herói e suas respectivas histórias. Claro, dando foco apenas ao que é importante, não vou fazer um “Gavião Negro – Vida e Obra” aqui.
Farei citações de diversas épocas, diversas lembranças de histórias que li, informações não só da Liga no geral como também de seus personagens mais importantes.

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A Liga da Justiça não tem um número certo de membros, as formações foram as mais diversas e numerosas, mas vamos começar do início. A primeira formação, mais famosa e com os principais nomes que até hoje ecoam em qualquer loja de revistas, contava com Superman, Batman, Aquaman, Lanterna Verde (Hal Jordan), Flash (Barry Allen), Caçador de Marte e Mulher Maravilha. Ao longo de uns 5 anos após isso foram adicionados o Arqueiro Verde, o Átomo e o Gavião Negro.

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Formação original da Liga da Justiça

Flashes

Todos os Flash

O título estava vendendo bem na época, e inclusive deu o empurrãozinho que faltava pro Stan Lee criar seu próprio time de super-heróis, o Quarteto Fantástico. Mas isso é outro papo, voltemos pra Liga.
Eu pus alguns nomes de integrantes ali ao lado do “nome de herói” por uma razão. Nós aqui acompanhamos o universo Morcego detalhadamente, mas também há o universo dos Lanternas, dos Flash e daí por diante. Nos demais universos também tem vilões, mocinhas, crianças e gente que morre, como qualquer outra história. Ao longo do tempo, Hal Jordan morre, Barry Allen morre…
Assim como quando o Bruce desapareceu ele foi substituído pelo Dick Grayson, o Barry Allen quando morreu foi substituído pelo Wally West, que hoje em dia é o Flash mais famoso graças a vários detalhes como o desenho da Liga da Justiça e também ao fato dele ter sido Flash por mais tempo, e aparecido em mais títulos, como Titãs e etc.
Os “Flash” não são simples corredores. O Joel Cyclone sim, é um corredor, e seu poder vem todo do “físico”, mas Barry Allen, Wally West e o Bart Allen (Kid Flash) são diferentes disso. Eles estão diretamente ligados a “speed force”. Digamos que a “speed force” seja algo presente em tudo, é como se fosse uma dimensão que ocupa o mesmo lugar que a nossa, é praticamente a “física”, é difícil explicar, mas eles tem acesso livre a essa “fonte”, e graças ao poder de manipular a “física” eles são capazes de coisas incríveis,como vibrar as células do corpo numa velocidade tão alta que lhes permitem atravessar objetos e paredes.

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Barry Allen – Flash

Não só isso, mas também são capazes de acelerar infinitamente até perderem tração e desaparecerem, podem viajar no tempo, podem tirar a velocidade das demais coisas, podem pegar a velocidade de algo pra si, ou podem dar velocidade pra algo. Se Barry Allen quiser, ele pode aumentar a velocidade de qualquer humano normal, pra correr igual a ele. Assim como pode tirar a velocidade de uma bala no ar e fazê-la parar. Coisa meio desnecessária, já que ele pode desviar antes dela sair do cano da arma. Como podem ver, os Flash são de grande valia dentro da Liga. Eles são mais rápidos que o Superman inclusive, e tecnicamente, eles poderiam sim derrotar até o grande Superman.
Barry Allen morreu para salvar o mundo. Por ele ter o poder de viajar entre as dimensões e poder mudar coisas a belprazer, o Anti-Monitor, que é tipo uma “entidade vigia do universo”, quis prendê-lo porque alguém como ele não podia ficar livre por ai. Só que ele obviamente não aceitou e fugiu, o Anti-Monitor então decidiu explodir a Terra com um raio de anti-matéria, e o Barry Allen usou sua velocidade pra criar um vortex para dissipar a energia do tal raio, só que foi demais pro corpo dele, e ele acabou se fundindo na “speed force”, desaparecendo por completo.

Hal Jordan

Hal Jordan – Lanterna Verde

Já no caso de Hal Jordan, ele ao morrer não foi “substituído”. Ele faz parte da Tropa dos Lanternas Verdes, um exército espacial munido de anéis energéticos capazes de fazer constructos de energia, cuja resistência varia de acordo com a força de vontade do usuário. Hal Jordan até a época era o único humano dentro da tropa, entrou pois foi selecionado pelo anel energético que pertencia a Abin Sur, um membro da tropa, que morreu numa queda de nave na Terra.
Ele estava só de passagem, carregando Atrocitus rumo a “Oa”, o planeta base dos Lanternas Verdes. Muito tempo depois esse Atrocitus veio a se tornar o líder da Tropa dos Lanternas Vermelhos, que na teoria é muito parecido com os Lanternas Verdes, os aneis tem os mesmos poderes de fazer constructos, mas a resistência dos mesmos não é baseada na força de vontade do usuário, e sim na “ira”. Os membros da tropa vermelha expelem pela boca e pelos olhos um tipo de sangue fervendo, uma coisa muito louca.
Hal Jordan foi treinado por Sinestro, que até então era membro da tropa dos Lanternas Verdes também. Esse Sinestro foi aluno e amigo do finado Abin Sur, membro que Hal Jordan entrou no lugar. Posteriormente Sinestro foi expulso da tropa e criou seu próprio exército, a tropa amarela, cuja fonte do poder é o “medo”.
Porque fui tão longe nessa explicação? Porque eu queria lhes citar que esses anéis, tanto os verdes, quanto os amarelos, os vermelhos e qualquer outro, procuram sozinhos por alguém que tem as características perfeitas para a tropa, e o anel amarelo certa vez selecionou o Batman como apto a ser da tropa, pois ele tinha capacidade de infligir grande medo nas pessoas, mas o Morcego recusou e o anel então procurou Jonathan Crane, o Espantalho. Dispensa explicação quanto a isso, né.
Bom, o cargo do Lanterna Verde na Liga da Justiça já foi ocupado por outros 4 Lanternas Verdes, e inclusive numa formação relativamente recente quase teve um Lanterna Azul também, o Santo Andarilho (Saint Walker, no original). Dentre eles tivemos Guy Gardner, John Stewart, Kyle Rayner (esse é praticamente o Dick Grayson do universo dos Lanternas) e Esmeralda (filha do Sinestro). Hal Jordan foi e voltou da Liga algumas vezes. É, ele ressuscitou. Assim como Barry Allen também ressuscitou posteriormente… A DC é um poço de Lázaro gigante.

Aquaman

Arthur Curry – Aquaman

Aquaman, Arthur Cury, ao contrário do que animações como Frango Robô dizem, não é só um idiota que fala com peixes. Ele comanda os seres aquáticos sim, mas as coisas não param por aí. Pensem comigo, o oceano é fundo, mais do que sua piscina, mais do que aquele ponto lá na praia que você quase se afogou, mais fundo do que onde o Iceberg estacionou o Titanic. Existem fossas abissais tão profundas quanto o Everest é alto. A pressão desses lugares explodiria os timpanos, órgãos e corpo de qualquer humano, assim como submarinos começam a se despedaçar/comprimir igual uam lata de refrigerante pisada se for fundo demais. O Aquaman pode ir nesses lugares todos como quem vai no mercado. O corpo de alguém que aguenta uma pressão dessas não é um corpo normal, o sujeito tem força e resistência descomunais. Mas Arthur também morreu.

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