#16 – Um Conto de Batman: A Escolha (Robin I)

Olá!
Hoje, começaremos a desvendar a trajetória de um personagem de suma importância nas HQs do Batman: seu companheiro e pupilo, o Robin.

No entanto, não trataremos de apenas um Robin: ao longo das HQs, temos CINCO Robins!
Mas não se assuste, eu apresentarei todos eles, de maneira clara – assim você não terá como se confundir.
Bem, vamos a uma rápida apresentação de cada um deles, por ordem cronológica (Fique tranquilo, falarei de cada um deles em hora oportuna!)

Primeiro Robin: Dick Grayson

Segundo Robin: Jason Todd

Terceiro Robin: Tim Drake

Quarto Robin: Stephanie Brown (sim, uma garota!)

Quinto Robin: Damian Wayne

Hoje começarei pelo Dick Grayson, o primeiro Robin!
A HQ escolhida traz a história de Dick Grayson, o filho único de uma família de talentosos trapezistas, que sob trágicas circunstâncias é o primeiro a assumir o papel de Robin. Leremos hoje “Um conto de Batman: A escolha” (Legends of the Dark Knight #100, novembro de 1997, roteiro de Denis O’Neil e arte de Dave Taylor).

Dick Grayson (também chamado de Richard Grayson), seu pai e sua mãe formam os “Grayson voadores”, os acrobatas que movimentam o Circo Haly com seus movimentos precisos e suas manobras perigosas, porém experientes.
Porém, um dia, o corajoso Dick assiste a uma cena estranha, com um homem violento ameaçando o dono do circo. Contudo, é levado a crer que aquela cena não tem importância, e parte para mais uma noite de espetáculo. Entretanto, essa noite não seria de modo algum parecido com as outras.
Em primeiro lugar, o espetáculo da noite seria assistido pelo excêntrico milionário Bruce Wayne, que aparentemente não tinha motivos para estar em uma zona tão afastada da cidade para ver um circo decadente. Em segundo lugar, o que aconteceria naquela noite cruzaria os caminhos de Wayne e de Dick Grayson para sempre… Os pais de Grayson morrem. Mas não de maneira inocente ou acidental. Existia algo por trás disso.

Eles possuem algo em comum. Leia a página a seguir. Ela me deixou bastante emocionada.

Contudo, essa não é a única coisa que os une. Ambos são durões, corajosos, e primam pela necessidade da justiça. Sobretudo, Dick consegue fazer Batman lembrar-se de quem ele foi quando menino, e de quem ele deve ser agora, como no trecho a seguir:

Há outros trechos também, como quando Dick lamenta pela morte do criminoso que matara seus pais, porque não desejava sua morte – desejava apenas que a justiça fosse cumprida.
Esse comportamento, aliado à sua extrema coragem e a uma pontinha de inconsequência, incentivam Batman a convidá-lo para o papel de seu pupilo. Em um post que virá em breve, explicarei sobre o mito de um suposto romance entre Batman e Robin, algo que não faz sentido nenhum para quem conhece a relação que se desenvolve entre eles, que está muito mais para pai/filho.

A arte é muito bonita de se ver, bem simples e instintiva. O roteiro tem passagens importantes, sem diálogos extensos ou complicados, mas cheios de significado.
Você não vai perder a história que trata do advento do menino prodígio, vai?

Continuar lendo

Anúncios